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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Festa na Roça

 "Oh! Como é bom e agradável viverem
 unidos os irmãos!(Salmo 133:1)



Em Cristo Jesus somos mais que irmãos. Somos uma família que comunga os mesmos ideais de vida, a mesma fé, os mesmos propósitos. Somos alegres e festivos, pois, ao contrário do que muitos pensam, não precisamos de nos aquecer ou mesmo nos animar com a bebida forte ou qualquer outra substância análoga. Nossa motivação está em Cristo e apreciamos estar reunidos com os irmãos. A SEGUNDA IGREJA PRESBITERIANA DE GOIÂNIA, todo ano, inclui na sua programação um evento denominado: "FESTA NA ROÇA". Nenhuma semelhança com as festividades juninas ou julinas tão comumuns na cultura brasileira. Na verdade, no mês de agosto de cada ano, reservamos uma noite festiva para nos encontrarmos em uma chácara. Alguns se vestem com indumentárias típicas do meio rural. Cada família se encarrega de levar um prato de quitandas ou comidas típicas, sendo comum: pamonhas, caldos, doces, pipocas, etc. Na programação inclui-se um momento devocional com a leitura da bíblia e uma breve mensagem. Canta-se muito. Brinca-se muito. Diverte-se muito. O ambiente é o mais saudável possível onde as famílias levam seus filhos, jovens e crianças para se alegrarem na presença de Deus. Vale a pena participar. 

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Famílias imperfeitas




Todos nós procuramos alcançar um padrão, um estilo de vida, ou mesmo fazemos ou deixamos de fazer alguma coisa para sermos aceitos e aprovados pelos outros. Individualmente, procuramos aperfeiçoar nossos dons e talentos para sermos vistos como pessoas de sucesso. Isto quer dizer que ninguém almeja o próprio fracasso. As empresas, por sua vez, de acordo com os alvos propostos pelos seus dirigentes, submetem-se aos programas de certificação de qualidade, daí, os conhecidos isos: ISO 2000, 2010, 2012 e assim por diante. É o certificado de qualidade que atesta que uma empresa atingiu um nível de satisfação na sua área de atuação, depois de cumprir ou preencher certos requisitos da certificação. Porém, mesmo atingindo esse almejado grau de certificação de qualidade, vez ou outra, verificamos algum deslize ou dificuldade a ser corrigido. Não há perfeição! Transportando essa ideia para o campo pessoal, temos notado que, também, por mais que nos esforcemos, temos muito por melhorar até atingir um nível razoável de satisfação. Não existe perfeição no homem. Ampliando a mesma ideia para o campo familiar, chegaremos à mesma conclusão que "as famílias não conseguem atingir um padrão de satisfação". Sempre haverá um membro dessa família a fugir do ideal. Isso quer dizer que não há família perfeita. E o pior de tudo é que temos a tendência natural de observar os defeitos da família alheia. Muitas vezes queremos impor à família alheia o padrão que almejamos para a nossa.  É aí que surgem os conflitos. Mas de onde vem a imperfeição familiar?  A bíblia nos informa, através dos seus registros, que a primeira família criada por Deus era perfeita em todos os sentidos. Assim dizem as Escrituras: "Criou Deus, pois o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou: homem e mulher os criou. E Deus os abençoou."  E, ainda: "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom" (Gn 1: 27,28 e 31). Vejam que a primeira família passou pela certificação de qualidade do próprio Deus, por uma simples razão: preencheu os requisitos da certificação em todos os aspectos, quais sejam: físico, moral, intelectual e espiritual. Contudo, por causa da desobediência original, não somente os primeiros membros da perfeita família se tornaram defeituosos em sua essência, mas, todas as famílias da terra, de todas as épocas, de todas as tribos e gerações, se corromperam moral e espiritualmente, cf. Gn 3: 7-24. Diante desta realidade, o que fazer? Devemos reconhecer as imperfeições da nossa família como reflexo do pecado, da transgressão da lei de Deus. Herdamos a natureza pecaminosa de nossos primeiros pais. Pecado não é "mito". Pecado é realidade. Todos nós erramos o alvo e precisamos nos corrigir. As imperfeições, no entanto, não poderão nos levar à exaustão. Temos de ir à luta, conquanto, há uma saída. Há um foco de luz e de esperança em toda e qualquer situação. Nunca é tarde para se restaurar os relacionamentos familiares utilizando-se as poderosas ferramentas colocadas aos nosso dispor pelo bom Deus: o perdão, os atos de misericórdia, a paciência, a tolerância e a compreensão. Ao final, veremos que temos muitos motivos de gratidão a Deus pela família que Ele nos deu. E que o bom Senhor tenha misericórdia das nossa famílias. Pb. Hely

155 anos de bênçãos



O PRESBITÉRIO OESTE DE GOIÂNIA - POSG, com o apoio do SÍNODO BRASIL CENTRAL, estará promovendo um Culto de Ação de Graças pelos 155 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil. Será um momento marcante na vida da IPB, na região Centro Oeste. De norte a sul do país, manifestações de louvor estão acontecendo em razão de tão grande bênção. Afinal, ao completar 155 de fundação, a IPB só tem mesmo é que agradecer ao Senhor da igreja, Jesus, as inumeráveis oportunidades que teve de propagar o autêntico Evangelho à nação brasileira, ainda, tão carente da Palavra de Deus.  Fiel aos princípios da Reforma Protestante do Século XVI, a IPB se destaca pela firmeza doutrinária, herdeira que é da reforma. Por isso, o Presbitério Oeste de Goiânia convoca o povo presbiteriano e irmãos em Cristo das demais denominações cristãs e, ainda, seus convidados,  a se fazerem presentes neste grandioso evento.






quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Reflexão sobre Romanos 1: 1 a 7



VOCÊ É UM SERVO, AMADO POR DEUS E SANTO (Leia Rm 1.1-7)
Logo após a desobediência do primeiro casal humano, toda a humanidade se viu separada espiritualmente de Deus, expulsa do Paraíso, em uma triste expectativa de morte física e de morte eterna. Diante dessa situação desoladora, Deus revelou seu plano para salvar os seres humanos, destruindo o mal, por meio de um homem (Gn 3.15). Esta foi, sem dúvida, a primeira “boa notícia” que saiu do coração de Deus, depois da queda: o “evangelho” em forma de semente, que deveria se desenvolver até se consumar na plenitude dos tempos (Gl 4.4).
A promessa de salvação, portanto, veio antes de Deus chamar a Abraão (Gn 12) e de formar um povo exclusivamente seu. Assim, a salvação é para todos os povos, embora ela própria venha através dos filhos de Abraão, pois é a partir dele que todas as famílias da terra deveriam ser abençoadas (Gn 12.3). Com efeito, não foi outra coisa que os profetas continuaram a dizer nas Sagradas Escrituras, prometendo a vinda de um descendente de Davi (Rm 1.2 e 3), que se assentaria no seu trono para sempre e que seria, ao mesmo tempo, filho do próprio Deus (2Sm 7.12-17). É bom notar que parte desta profecia se aplica imediatamente a Salomão e parte dela, a longo prazo, ao Senhor Jesus Cristo.
O apóstolo Paulo, sendo judeu, descendente de Abraão, descobriu essa verdade logo após o seu encontro com Jesus (At 9.1-9), que o comissionou para levar o seu Nome perante os gentios (At 9.15), isto é, aos povos que não descendem de Abraão. Por isso, Paulo afirma ter sido “chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho, (...) entre todos os gentios” (Rm 1.1 e 5).
Paulo, em sua carta aos Romanos (1.3 e 4), salienta a dignidade daquele que o chamou, Jesus Cristo, pois é ele não apenas o filho do grande rei Davi, segundo a carne, mas é nomeado “o Filho de Deus”, cujo poder resta patente por sua santidade absoluta e por sua ressurreição dentre os mortos, quando se apresenta, agora, não mais como o Servo Sofredor (Is 52.13 – 53.12), mas como Senhor, cercado de luz gloriosa (At 9.3 e 4) e investido em sua autoridade plena.
Então, Paulo afirma que é servo de Jesus (Rm 1.1). Servo, não no sentido de prestar serviços involuntários, mas no sentido de servir, humildemente, com toda submissão e com todas as suas forças, àquele que, por um pouco de tempo, deixou sua glória para nos salvar (Fp 2.7).
Jesus Cristo, o Senhor, sendo homem (filho de Davi) e Deus (filho de Deus), é, portanto, o mediador entre o Pai Celeste e os homens. É por meio dele que nós, a humanidade caída e condenada, somos favorecidos pelo Pai, como o foi o próprio Paulo, mediante a obediência que resulta da fé (Rm 1.5).
Assim, nós, da mesma forma que Paulo, fomos chamados para ser servos, pertencentes a Jesus Cristo (Rm 1.6), a quem devemos servir com alegria. É aqui que reside a maior dificuldade do homem natural, pois sendo soberbo, não admite seja necessário abrir mão do controle de sua vida descontrolada, para submetê-la ao Senhor que, querendo ou não, controla todas as coisas. Essa é, também, a grande dificuldade de muitos crentes que vivem a vida cristã de maneira deficiente, pois ainda não aprenderam a confiar e a se submeter totalmente ao seu Senhor. É verdade que servir a qualquer outro senhor, que não nos ama, compromete a nossa liberdade e dignidade, mas servir ao Senhor que nos chama de seus “amados” (Rm 1.7) implica conquistar a verdadeira liberdade e dignidade (Jo 8.36).
Além disso, nós, como os cristãos que estavam em Roma, também fomos chamados para refletir, aqui no mundo, aquilo que o nosso Senhor é. Neste sentido, fomos chamados para ser santos (Rm 1.7), pois diz a Escritura: “Sede santos, porque eu sou santo” (1Pe 1.16; Lv 20.26).
Você crê em Jesus? Então, você é um servo, amado por Deus e santo!
O Rev. Mauri Tavares é pastor auxiliar na Segunda Igreja Presbiteriana de Goiânia, Goiás, Brasil

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Supremo Concílio da IPB


 FotoO Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil esteve reunido na cidade de Natal - RN, para a sua XXXIII assembléia geral. Na oportunidade, aproximadamente 1200 deputados conciliares estiveram presentes. Muitas decisões importantes foram tomadas para serem colocadas em prática nas milhares de igrejas presbiterianas espalhadas pelo território nacional. No entanto, a pauta da reunião não foi esgotada o que levou a direção do concílio convocar uma outra reunião extraordinária que acontecerá no mês de novembro/2014,  na cidade de Aracruz- ES, nas dependências do SESC. Oremos desde já pelo evento.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Encontro da Família Presbiteriana - POSG

Hoje foi um dia muito especial para as Igrejas Presbiterianas do Presbitério Oeste de Goiânia (POSG). Feriado em Goiânia, a data foi reservada para um encontro de igrejas, com um culto muito abençoado e muita recreação. O local do encontro foi o A.B.A.- Acampamento Belo Amanhecer, nas proximidades de Goiânia. 
Reunidos na Capela

Saíndo da Capela

Muito atentos

Reunidos na Capela

Reunidos na Capela

Hora dos Avisos

Pastor Israel no momento dos avisos

Reunião abençoada

Saída da Capela rumo ao refeitório

Hora do Almoço ao ar livre

Hora do almoço ao ar livre

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Família: Projeto de Deus



Estamos vivendo dias de intensa preocupação com os rumos da família. O liberalismo que já tomou conta de muitas sociedades organizadas tem atacado terrivelmente as pobres mentes dos "pseudos intelectuais" brasileiros. Digo "pseudos intelectuais" porque, na verdade, não são intelectuais coisa alguma e as autênticas famílias brasileiras não estão de acordo com os ditames desta diabólica corrente que pretende arrebentar com a família tradicional brasileira.  Pessoas de expressão no mundo artístico, porém, sem qualquer referência de família, procuram influenciar e, lamentavelmente, influenciado têm a tomada de decisões a respeito do tema.Grupos organizados vão à ruas no propósito de propagarem suas malucas idéias sobre a constituição da família; reivindicam "direitos" e provocam transtornos públicos em nome de uma democrática forma de pensar e agir. Dentre os grupos agitadores estão os homossexuais com suas bandeiras. No entanto, repito, a família brasileira de modo geral não aceita esses novos conceitos de família. Eis a razão dos conflitos. Se tais idéias fossem do agrado da maioria da população outra seria a situação. Não haveria conflitos uma vez que pela maioria se estabeleceria  as mudanças normalmente. O que acontece, porém, é um grupo minoritário tentando empurrar à força suas idéias libertinas para serem seguidas pela maioria que não as aceita. Devemos lembrar que a família é UM PROJETO DE DEUS e, sendo um projeto, está firmada em sérios princípios estabelecidos pelo próprio Deus. Princípios imutáveis, como por exemplo: a família é constituída originalmente por um homem e uma mulher. Depois deles vem os filhos. O livro de Gênesis define bem isso:

"Então, formou o Senhor Deus, ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente."(Gn 27). 

"Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea." Gn 2: 18. 

Vejam que o conceito de família está fundamentado no princípio basilar da existência de um homem e uma mulher. Depois disto temos os filhos; Estes, segundo o conceito bíblico e do próprio Deus, são herança do Senhor.  A maior bênção que um casal pode receber é exatamente a possibilidade de conceber filhos. A esterilidade não agrada a nenhum casal. Então, como conceber uma família que, no seu nascedouro, já está fadada  a não ter filhos? Pai, mãe e filhos, formando uma família constituem a base da sociedade. No entanto, querem desconstruir a família original. E isto é impossível. Por mais que aprovem leis; que debatam o tema; que liberais se esforcem no sentido de difundir suas idéias e conceitos, tudo que fugir do princípio bíblico não será de fato uma família. Poderá até ser um agrupamento de pessoas. Jamais um núcleo familiar na verdadeira acepção da palavra.  A FAMÍLIA É UM PROJETO DE DEUS e não de homens.