sexta-feira, 5 de julho de 2013

Relativizando a Palavra de Deus


"As Escrituras Sagradas - o Velho e o Novo Testamentos - são a Palavra de Deus, a única regra de fé e obediência" (Catecismo Maior - resposta à pergunta 3: "O que é a Palavra de Deus?"). Para os que creem, não é difícil assimilar esta verdade. Porém, há aqueles que acham interessante ler a bíblia encontrando nela ensinamentos importantes, sem, contudo, acreditar na sua inerrância e autoridade como Palavra de Deus inspirada. De outro passo, muitos relativizam a verdade de seus ensinamentos, como por exemplo, o que ela diz sobre o pecado. Para estes, o pecado é um conceito "relativo", ou seja, o que é pecado para um, dentro da sua cultura, não o é para outro. Portanto, os parâmetros de avaliação são: a cultura e estilo de vida de cada um. Acontece que a bíblia não pode ser assim avaliada. Seus princípios são eternos e, portanto, subsistem a toda cultura, modos operandi, estilo de vida, pensamentos filosóficos, etc. Há critérios bem definidos para sabermos se, de fato, as Escrituras são a Palavra de Deus. Então recorro, novamente, ao Catecismo Maior que, em resposta à pergunta 4, assim o diz: "Podemos saber que as Escrituras são a Palavra de Deus, pela sua majestade e pureza, pela harmonia de todas as suas partes e pelo propósito do seu conjunto, que é dar a Deus toda a glória; pela sua luz e poder para convencer e converter os pecadores e para edificar e confortar os crentes para salvação. O espírito de Deus, porém, dando testemunho, pelas Escrituras e juntamente com elas, no coração do homem, é o único capaz de nos persuadir plenamente de que elas são a própria Palavra de Deus". Relativizar, portanto, os ensinamentos das Escrituras constitui um grave erro. Entender o seu contexto para aplicar o seu ensino é perfeitamente aceitável. Permitir interpretações que vão além da santa revelação de Deus, jamais. Em resumo: sobre o que se deve crer a respeito de Deus e o dever que Deus requer do homem, constituem o principal ensino da Palavra de Deus. Se você entender isso, basta! E que Deus tenha misericórdia de nós. Pb. Hely