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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A convicção da salvação

Esboço de um Sermão (Pr. Mauri)

Tema: A CONVICÇÃO DA SALVAÇÃO

Texto: 1Co 2.12-14

INTRODUÇÃO: A Cosmovisão Pós-Moderna, que prevalece, hoje, nega os absolutos. Logo, tudo é colocado em dúvidas, até mesmo a nossa salvação (Eu me refiro aos cristãos que creem na justificação como um ato declaratório de Deus, e não aos que confundem justificação com a santificação, que é progressiva). Mas, os opositores da Verdade sempre existiram.




Contexto: A Verdade foi rejeitada (Jo 1.1; 14.6; 18.37); a Verdade é rejeitada. O Apóstolo Paulo, contudo, acolheu a Verdade e estava certo quanto à sua salvação e à dos filipenses, por exemplo: (2Tm 1.12; 4.7-8; Fp 1.6).




A CONVICÇÃO DA SALVAÇÃO

I – DECORRE SEMPRE DO ESPÍRITO SANTO – Na subjetividade (1Co 2.12-14; Rm 8.11, 15-16)
II – DECORRE DO FRUTO DO ESPÍRITO SANTO – Na objetividade (Gl 5.22-25)
III - DECORRE DA FÉ – Na subjetividade (Jo 3.16-18; Rm 5.1-2)
IV - DECORRE DA EVIDÊNCIA DA FÉ – Na objetividade (Tg 2.18,26; Gl 5.6)
V – DECORRE DA GRAÇA – Na subjetividade (Ef 2.8-9)
VI – DECORRE DA OPERAÇÃO DA GRAÇA – Na objetividade (1Co 15.10; 2Pe 1.3-11)
VII – DECORRE DO AMOR PELA PALAVRA – Na subjetividade (Sl 1.1-2; 119.14,16,24,36,47)
VIII – DECORRE DA OBEDIÊNCIA PELO AMOR – Na objetividade (1Jo 2.3-6; 3.6,9-10; 5.3)
IX – DECORRE DO AMOR DE DEUS EM NÓS – Na subjetividade (Rm 5.5; 1Jo 2.15-16)
X – DECORRE DA PRÁTICA DO AMOR – Na objetividade (Mt 22.36-40; 1Jo 3.14,17; 4.7-8,21)
CONCLUSÃO

A convicção da salvação não pode ser e não é apenas fruto de uma imaginação fértil (o que só pode ocorrer com os hipócritas), mas é o resultado de uma comunicação interna de Deus (subjetividade), que se exterioriza em atos de justiça, paz e alegria no Espírito de Deus (objetividade) (Rm 8.31-39; 14.17).

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Rev. Mauri Tavares é pastor-auxiliar na Segunda Igreja Presbiteriana de Goiânia, Goiás, Brasil

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Fechado para balanço


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"FECHADO  PARA BALANÇO" 

Esta expressão é bem frequente no meio empresarial, especialmente, nesta época do ano. As empresas cerram suas portas interrompendo suas atividades externas para se dedicarem ao chamado "balanço". Através do balanço, apuram-se os resultados, sejam eles positivos ou negativos e, analisando-os, novas estratégias são estabelecidas para o próximo exercício. Registra-se um detalhe nesta observação: as empresas trabalham sempre e sempre com vistas a um resultado positivo de natureza patrimonial. Almejam a cada ano aumentar o seu lucro, o seu patrimônio, a sua clientela, os seus negócios. E não é preciso dizer que, num sistema capitalista como o nosso, eu e você somos o alvo das mais variadas empresas. Elas investem milhões em mídia para nos atrair ao consumo de seus produtos de modo a engordar os seus lucros. É verdade que existem empresas sérias, honestas e preocupadas com o bem-estar de seus clientes, embora tenham, a exemplo das demais, objetivos não outros senão aumentar seus lucros. Em resumo: para o meio empresarial capitalista, o importante é lucrar. Eu e você somos um número apenas; um protocolo a mais; um endereço a mais na mala direta; um paciente; um cliente; um usuário; um passageiro; um correntista ou poupador; um fiel seguidor. As pessoas são despersonalizadas; as compras se dão pela internet e as reclamações também; o 0800 substitui na maioria das vezes o contato pessoal. Até mesmo as notas fiscais já são impressas via internet. Por tudo isso resolvi entrar nesta onda: ESTOU FECHADO PARA BALANÇO. Resolvi parar e fazer um balanço da minha vida. Quero apurar os meus dividendos; quero conhecer o meu saldo, seja ele positivo ou negativo; quero saber qual estratégia tomar para o ano vindouro;  quero saber com quem poderei contar daqui para frente; em quem e no que investirei minhas energias em 2014; serei como as empresas que só visam lucro? Ou investirei nas pessoas com quem me relacionar? Farei um balanço para contabilizar as ações nobres às quais me dediquei; porei às claras tudo aquilo que fiz para desagradar alguém; medirei na ponta da régua o menor desvio do alvo que me está proposto; enumerarei os procedimentos que terei de tomar no sentido de retomar o rumo. Enfim espero que o resultado deste balanço me mostre: o quanto é importante amar mais as pessoas; o quanto é gratificante entregar-se em favor do próximo; que as pessoas devem ser valorizadas pelo que são e não pelo que tem. Quero ser um melhor pai; um melhor filho; um melhor marido; um cristão melhor. Finalmente quero através deste balanço solidificar a minha fé e esperança em Deus a ponto de entender e viver de acordo com o real significado da vida. E que Deus tenha misericórdia de nós. Pb. Hely  

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O Plano e o propósito da salvação


Muitas pessoas ainda não compreenderam a razão e o propósito da salvação em suas vidas. Na verdade, muitos não conseguem entender que a salvação é necessária e, por isso, vivem sem rumo, sem norte, sem objetivo. Neste resumido e prático esboço, trago algumas referências bíblicas que poderão lhe ajudar a encontrar a razão e a necessidade de salvação para sua vida. 

1) Por que preciso de salvação? O Salmo 51:5 diz: 
"Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe." 
O Salmo 58:3 diz: 
"Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras." 
Leia, ainda, Romanos 3:23: 
"Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus".
Leia mais: Romanos 5:18, 6:23; 5:6. 

2) Qual é o meio para receber a salvação? O Apóstolo Paulo na sua carta ao crentes de Éfeso assim o diz: Efésios 2:8,9:

 "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie." 

Vimos, portanto que a salvação não é algo que se possa comprar. Salvação é graça. Graça da parte de Deus, sendo a fé o meio de alcançá-la. Veja que mesmo a fé provém de Deus. É dom de Deus de tal forma que ninguém possa atribuir a si qualquer mérito na salvação. A salvação é ato da misericórdia de Deus. Veja: 

"Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador." (Tito 3:4 a 6)

Leia, ainda: Atos 4;12; I Timóteo 2:5; I Pedro 3:18; João 14:6; João 3:16 e Gálatas 2:16.

Em oração de arrependimento
3) O que preciso saber para ser salvo? Você precisa saber que é necessário arrependimento. O Evangelista Lucas registrou estas palavras de Jesus: 

"...se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis." 
(Lucas 13:3). 

Leia, também: Atos 3:19 (arrependei-vos); Romanos 1:16 (crer no Evangelho, na boa nova de Cristo); João 1;12 (receber Jesus).

4) Qual a melhor ocasião para ser salvo?  Atos 17:30: 

"Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância: agora, porém, notifica aos homens que todos em toda parte se arrependam." 
Veja que o tempo da salvação é agora. Você está "notificado", ou seja, você foi informado da necessidade de arrependimento e, por isso, não és mais um ignorante quanto a esta necessidade. Paulo escrevendo à igreja de Corinto: 

"porque ele diz: Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação: eis agora o tempo sobremodo oportuno, eis agora o dia da salvação."
(II Coríntios 6: 2). 

Leia, ainda: Hebreus 3:7,15 (hoje/hoje); Provérbios 27:1 (amanhã pode ser tarde).

5) Quais os resultados da salvação? A bíblia diz que todos somos criaturas do Deus Pai. Portanto, nisto somos iguais. Acontece que a salvação em Cristo traz alguns resultados sobre aqueles que de fato e de verdade se rendem aos pés de Jesus, tendo-o como Único e Suficiente Salvador. A esses o Evangelista João diz: 

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que creem no seu nome." 
(João 1:12). 

Veja, portanto, que há um grave distinção entre o "ser criatura" e o "ser filho" de Deus. Leia, também: Gálatas 3:26 (filhos mediante a fé). A salvação produz o resultado "filiação". Mas, também, produz um resultado chamado "justificação". Sabemos que não podemos ser justificados por obras (Atos 13:38,39), contudo, somos justificados pela fé em Cristo Jesus e, agora, nova criatura somos ( II Coríntios 5:17). Nova vida temos. Absolvidos somos (Romanos 8:1). Frutos dignos produziremos (João 15:16).  

Finalmente:

6) Como posso crer na eternidade da salvação? Muitas pessoas, ainda que salvas, vivem o medo de perder a salvação. O que a bíblia diz sobre isso? Assim como a perdição é eterna para aqueles que terminantemente rejeitam a obra sacrificial de Cristo e não o reconhecem como seu legítimo salvador, para aqueles que já se conscientizaram que são pecadores e incapazes de produzirem, por si, frutos digno de arrependimento; se quedaram aos pés de Cristo em ato de arrependimento sincero; aceitaram a Cristo somo seu Único e Suficiente Salvador, a estes, não justifica o medo de se perderem. É que Jesus garante a salvação e salvação ETERNA. O evangelista João registra as seguintes palavras de Jesus: 

" As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão". 
(João 10: 27, 28). 

Leia, também: Hebreus 13: 5 (não nos abandonará); Filipenses 1:6(obra completa).

Pare e Pense
Se você  ainda não pensou ou não entendeu que Deus tem um plano de salvação para você e sua casa, neste NATAL, pare e pense! E que Deus tenha misericórdia de todos nós. Pb. Hely 

domingo, 22 de dezembro de 2013

Cantata de Natal

Foto de Kleiber Morais.
Coral da Segunda Igreja Presbiteriana de Goiânia
Foto de Kleiber Morais.
Coral da Segunda Igreja Presbiteriana de Goiânia
O Coral da Segunda Igreja Presbiteriana de Goiânia, Goiás, Brasil, esteve hoje louvando a Deus pela sua misericórdia  e  graça em nos enviar Jesus. É tempo de reverenciar Jesus o Salvador.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Reunião do Presbitério



Comissão Executiva no momento de posse
O Presbitério Oeste de Goiânia - POSG, esteve no Acampamento Belo Amanhecer, de sua propriedade, nos dias 12, 13 e 14, para os trabalhos da XXXIII Reunião Ordinária. Na ocasião foi eleita a mesa executiva para o exercício 2014, ficando a mesma assim constituída: Pres.:  Rev. Israel Domingos Pereira, Vice-pres.: Rev. João de Deus dos Santos Silva, Secretário Executivo: Rev. Rubens Ribeiro Cirqueira, 1º Secretário: Pb. Hely de Oliveira Santos, 2º Secretário: Rev. Mauri Tavares e Tesoureiro: Pb. Celiosmar Marciano de Oliveira. Muitas decisões importantes foram tomadas e não faltaram momentos de descontração. A Deus toda honra e glória por tudo o que Ele tem feito na história do POSG.



Café da manhã
Café da manhã





sábado, 23 de novembro de 2013

O Perigo dos atalhos




Mat 7:13 - 
Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
Certa feita estive viajando pelo interior de Goiás, não muito longe da capital. Na volta resolvi tomar um atalho que dava para uma antiga estrada que passava na porta de um Sítio que conheci ainda criança. Na verdade, me bateu uma saudade dos velhos tempos quando frequentei aquele Sítio. Acontece que a velha estrada que conheci estava desativada em razão da construção de uma nova pista, com novos contornos e novo traçado. Mesmo assim, aventurei rever a porta daquele Sítio enveredando-me por um atalho que, supostamente, me levaria até à velha estrada e, consequentemente, até o lugar sonhado.  Assim, deixei a moderna e ampla estrada e entrei por um apertado corredor mesclado de retalhos de  asfalto, buracos e coisas  típicas de uma rodovia abandonada. De início, estranhei muito a péssima conservação da via, batendo-me grande dúvida se seria aquele o caminho que me levaria ao tão sonhado destino.  Ledo engano, à medida que me embrenhava pelo tortuoso atalho ia percebendo o quanto estava equivocado e incerto quanto ao meu destino. Concluo afirmando que foi decepcionante. Não cheguei ao tão almejado destino e, para retomar o curso anterior, com estrada moderna e ampla, deslizei meu veículo (se é que sobre buracos é possível um veículo deslizar), por quase quarenta minutos, sob um sentimento de cruel arrependimento por ter optado pelo atalho. REFLITAMOS: Certa feita Jesus discorreu  sobre a existência de duas estradas, cf. registro do evangelista Mateus. Disse o Mestre acerca da existência de uma estrada ou caminho estreito, possivelmente parecido com o caminho que trilhei, na história que contei introduzindo esta reflexão. Parecido sob o ponto de vista das dificuldades, apertos e provações, contudo, diferente quanto ao destino final. Na verdade, o discurso de Jesus foi incisivo quanto à proposta apresentada: há um caminho ou porta estreita; entrai por ela. Quando entramos pelo caminho estreito traçado por Jesus não há desapontamentos. Certamente atingiremos o destino final. Na proposta de Jesus, esse caminho conduz-nos à vida. E são poucos os que acertam com ele (o caminho) ou com ela (a porta). Por outro lado, Jesus alerta-nos acerca de uma porta larga ou caminho espaçoso, por onde muitos entram. Este caminho, diferentemente do outro caminho, é muito atrativo. Nele não há aperturas, não há desconforto e, de forma imediata, não oferece desapontamentos. Por isso, muitos optam por ele. É como deslizar-se por uma ampla e confortável rodovia. Cheia de prazeres e contentamentos. Porém, seu termo final é a perdição. Vejo aqui a aparência de um paradoxo: para mim entrar pelo caminho estreito, tortuoso e difícil foi decepcionante. Então, como encarar o convite de Jesus para entrar pelo caminho estreito? Um pequeno detalhe nos parece razoável. É que na história que contei afirmei categoricamente que "resolvi tomar um atalho". Aí é que mora o perigo! Quando optamos por trilhar atalhos, com a finalidade de dar os contornos que almejamos ao nosso destino, corremos o sério risco de nos perdermos. É que o nosso bom Deus, Soberano, Onisciente e Onipresente, não nos permite atalhos. Ele, no Seu sábio conselho não trabalha com atalhos. Muitas vezes queremos atingir o alvo ou destino e traçamos o nosso próprio caminho sem observar a vontade de Deus para nossas vidas.  Em assim procedendo, inevitavelmente, nos decepcionaremos logo, logo. É como procurar o atalho deixando o caminho seguro.  Temos de tomar uma decisão. Entremos, pois, pelo Caminho Estreito, sem, contudo, procurar atalhos.  E que Deus tenha misericórdia de todos nós. Pb. Hely