Acabo de chegar de uma convenção da ABRAC - Associação Brasileira de Retiros e Acampamentos Cristãos, evento sediado no "Acampamento El Rancho" no município de Corumbá de Goiás, local privilegiado onde está situado o Salto de Corumbá, ponto turístico muito visitado por pessoas de todo o mundo. Foram dias especiais que nos propiciaram muita comunhão e aprendizado. Palestras e seminários foram ministrados com muito sucesso, mesmo porque os participantes, todos líderes das mais variadas faixas etárias, foram impactados e estimulados a reverem seus posicionamentos, de modo a retornarem às suas origens para dar primazia à aplicação da Bíblia, a Palavra de Deus, nos seus programas de acampamentos. Daí, a razão do tema do evento "MARCO ZERO - de volta à origem". Pois bem! Considerando que todos nós exercemos papel de líder e influenciamos grupos de liderados em algum lugar, achei pertinente fazer uma reflexão sobre as CARACTERÍSTICAS de um verdadeiro líder. Para tanto, quero voltar no tempo e buscar o exemplo de Jesus, mestre e líder por excelência. Assim Jesus liderava: 1. Acreditando na sua missão: Jesus veio a este mundo para realizar uma obra excelente. Enviado do Pai, ele jamais duvidou do trabalho que deveria realizar tendo desenvolvido um ministério público eficiente que maravilhou muita gente. É bem verdade que pela eficiência desse seu trabalho muitos dos religiosos e fariseus de sua época, incomodados e enciumados, o colocaram em prova e o reprovaram. Mesmo assim, ele prosseguiu no cumprimento de sua missão indo até o fim, até a morte de cruz. Muitos dos nossos líderes de hoje, lamentavelmente, bem diferentes de Jesus, estão mais para chefes do que para lideres. 2. Pensando nos outros: Jesus, desenvolveu seu ministério pensando nos outros. Ele cuidou pessoalmente do seu grupo de discípulos. Aos seus discípulos ele ministrou lições e ensinamentos preciosos, andou com eles, comeu com eles, dividiu tarefas com eles, tomou decisões com eles e por eles. Nas questões ordinárias ou corriqueiras do seu ministério ele aglutinou opiniões dos seus liderados e nas questões mais profundas ele consultou o Pai que o enviou, muitas vezes ausentando-se das multidões para estar a sós com Deus. De forma que Jesus nunca ostentou atitudes egoístas, razão pela qual as pessoas se mobilizavam em torno da sua pessoa. Ele atraía em vez de dispersar. Ele tratava com as crianças, tratava com os jovens e, também, com os mais velhos. Ele estabeleceu relação de confiança. 3. Formando outros líderes: Vimos pelo estudo das Escrituras Sagradas que Jesus, ao iniciar o seu ministério terreno, não olhou para a sua condição. O Verbo encarnado (Jesus), poderia muito bem se valer da sua condição de enviado de Deus para centralizar nele e só nele todas as ações de seu ministério. Mas não procedeu assim. Primeiro arregimentou discípulos, preparou-os e enviou-os, concedendo a eles poder para realizar e operar milagres. Ele não teve medo de perder sua liderança para os seus liderados. Pelo contrário, os discípulos fizeram parte do seu ministério em todo o tempo e mesmo depois da sua ascensão aos céus. Aliás, Jesus os preparou para isso mesmo. 4. Dando exemplo: Jesus não só ensinou e preparou os discípulos mas também testemunhou e viveu o que pregava. Muitos líderes não vivem o que ensinam para os seus liderados. Não fazem o que propõem para seus liderados fazerem. 5. Humilhando-se: Jesus deu o maior exemplo de humilhação da história. Sendo Deus, não usurpou ser igual a Deus. Antes, esvaziou-se de Si mesmo, para se fazer pecador em nosso lugar, para que a justiça de Deus se manifestasse a todos. Ele não tinha nenhum motivo para reconhecer ou assumir falhas porque ele não falhou e não pecou, mas, por obediência e fidelidade ao seu chamado, entregou-se até a morte de cruz. Que pena que muitos líderes não aprenderam com Jesus essa importante lição. Não há humilhação e nem reconhecimento dos próprios equívocos como se isso os levasse a um estado de inferioridade diante dos seus liderados. Para todos nós que temos a incumbência de liderar, seja no âmbito familiar, na empresa, na igreja, nos grupos sociais, nas associações e grupos organizados, ainda é tempo de revermos qual tipo de liderança estamos desenvolvendo. Se estamos mirando no exemplo de Jesus ou nos apoiando nas nossas próprias capacitações. Precisamos voltar ao MARCO ZERO e aplicar os mais legítimos conceitos de liderança no nosso ministério, orientando-nos na Palavra de Deus e no Mestre dos mestres - Jesus. E que Deus nos ajude!Postagens mais visitadas
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domingo, 20 de maio de 2018
LÍDER POR EXCELÊNCIA
Acabo de chegar de uma convenção da ABRAC - Associação Brasileira de Retiros e Acampamentos Cristãos, evento sediado no "Acampamento El Rancho" no município de Corumbá de Goiás, local privilegiado onde está situado o Salto de Corumbá, ponto turístico muito visitado por pessoas de todo o mundo. Foram dias especiais que nos propiciaram muita comunhão e aprendizado. Palestras e seminários foram ministrados com muito sucesso, mesmo porque os participantes, todos líderes das mais variadas faixas etárias, foram impactados e estimulados a reverem seus posicionamentos, de modo a retornarem às suas origens para dar primazia à aplicação da Bíblia, a Palavra de Deus, nos seus programas de acampamentos. Daí, a razão do tema do evento "MARCO ZERO - de volta à origem". Pois bem! Considerando que todos nós exercemos papel de líder e influenciamos grupos de liderados em algum lugar, achei pertinente fazer uma reflexão sobre as CARACTERÍSTICAS de um verdadeiro líder. Para tanto, quero voltar no tempo e buscar o exemplo de Jesus, mestre e líder por excelência. Assim Jesus liderava: 1. Acreditando na sua missão: Jesus veio a este mundo para realizar uma obra excelente. Enviado do Pai, ele jamais duvidou do trabalho que deveria realizar tendo desenvolvido um ministério público eficiente que maravilhou muita gente. É bem verdade que pela eficiência desse seu trabalho muitos dos religiosos e fariseus de sua época, incomodados e enciumados, o colocaram em prova e o reprovaram. Mesmo assim, ele prosseguiu no cumprimento de sua missão indo até o fim, até a morte de cruz. Muitos dos nossos líderes de hoje, lamentavelmente, bem diferentes de Jesus, estão mais para chefes do que para lideres. 2. Pensando nos outros: Jesus, desenvolveu seu ministério pensando nos outros. Ele cuidou pessoalmente do seu grupo de discípulos. Aos seus discípulos ele ministrou lições e ensinamentos preciosos, andou com eles, comeu com eles, dividiu tarefas com eles, tomou decisões com eles e por eles. Nas questões ordinárias ou corriqueiras do seu ministério ele aglutinou opiniões dos seus liderados e nas questões mais profundas ele consultou o Pai que o enviou, muitas vezes ausentando-se das multidões para estar a sós com Deus. De forma que Jesus nunca ostentou atitudes egoístas, razão pela qual as pessoas se mobilizavam em torno da sua pessoa. Ele atraía em vez de dispersar. Ele tratava com as crianças, tratava com os jovens e, também, com os mais velhos. Ele estabeleceu relação de confiança. 3. Formando outros líderes: Vimos pelo estudo das Escrituras Sagradas que Jesus, ao iniciar o seu ministério terreno, não olhou para a sua condição. O Verbo encarnado (Jesus), poderia muito bem se valer da sua condição de enviado de Deus para centralizar nele e só nele todas as ações de seu ministério. Mas não procedeu assim. Primeiro arregimentou discípulos, preparou-os e enviou-os, concedendo a eles poder para realizar e operar milagres. Ele não teve medo de perder sua liderança para os seus liderados. Pelo contrário, os discípulos fizeram parte do seu ministério em todo o tempo e mesmo depois da sua ascensão aos céus. Aliás, Jesus os preparou para isso mesmo. 4. Dando exemplo: Jesus não só ensinou e preparou os discípulos mas também testemunhou e viveu o que pregava. Muitos líderes não vivem o que ensinam para os seus liderados. Não fazem o que propõem para seus liderados fazerem. 5. Humilhando-se: Jesus deu o maior exemplo de humilhação da história. Sendo Deus, não usurpou ser igual a Deus. Antes, esvaziou-se de Si mesmo, para se fazer pecador em nosso lugar, para que a justiça de Deus se manifestasse a todos. Ele não tinha nenhum motivo para reconhecer ou assumir falhas porque ele não falhou e não pecou, mas, por obediência e fidelidade ao seu chamado, entregou-se até a morte de cruz. Que pena que muitos líderes não aprenderam com Jesus essa importante lição. Não há humilhação e nem reconhecimento dos próprios equívocos como se isso os levasse a um estado de inferioridade diante dos seus liderados. Para todos nós que temos a incumbência de liderar, seja no âmbito familiar, na empresa, na igreja, nos grupos sociais, nas associações e grupos organizados, ainda é tempo de revermos qual tipo de liderança estamos desenvolvendo. Se estamos mirando no exemplo de Jesus ou nos apoiando nas nossas próprias capacitações. Precisamos voltar ao MARCO ZERO e aplicar os mais legítimos conceitos de liderança no nosso ministério, orientando-nos na Palavra de Deus e no Mestre dos mestres - Jesus. E que Deus nos ajude!quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Socorro bem presente

Esta semana assisti uma reportagem muito interessante que me levou a uma reflexão por demais confortadora. A referida reportagem trazia cenas de uma macaquinha que estava nas suas primeiras aventuras no aprendizado de procurar o seu próprio alimento. E, nessa busca de alimentos, pôs-se numa situação de risco no topo mais alto de uma grande árvore com cerca de 25 metros de altura.De repente, soltou-se e caiu. No percurso da queda, conseguiu segurar com a cauda uma tênue galha entre uma e outra árvore. Ficou dependurada pela cauda sem poder apoiar-se ou mesmo alcançar, com qualquer das patas, outro galho para recuperar-se do susto. É que se encontrava no vazio entre umas e outras árvores. Irremediavelmente estaria fadada a despencar-se até atingir o solo quando suas forças concentradas na cauda já não fossem suficientes para evitar a queda fatal. E, num instinto de sobrevivência, apavorada com a inusitada experiência, pôs a "guinchar" até que a macaca-mãe, com seu instinto materno e toda a experiência no malabarismo entre-árvores, veio em socorro da filhota. Assim, espichou sua longa cauda em direção à aflita macaquinha que pode, então, apoiar-se nas suas costas até atingir lugar seguro. O corpo da macaca-mãe funcionou, literalmente, como uma ponte segura entre o abismo e o local de apoio e de segurança. Pois bem! Creio que você já imaginou essa cena e tirou as suas conclusões, contudo, nunca é demais convidá-lo a fazer comigo uma reflexão a mais acerca de uma verdade ilustrada por essa história de socorro e salvação. Saiba que, à semelhança da macaquinha, todos nós estávamos desgarrados, sem rumo e sem esperança. Um abismo nos esperava em razão do pecado latente em nós. "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" Rm 3:23. E, por causa do pecado, íamos nos despencando pelo abismo rumo à morte. Porque o salário do pecado é a morte. Todos, sem exceção, nos encontrávamos na mesma condição - pecador.Mas, a exemplo da providencial salvação experimentada pela macaquinha, nós, também, podemos estar salvos e seguros em razão do amor incondicional de Deus dispensado a todos aqueles que o amam e confiam no perfeito, único e eficaz sacrifício de Cristo. Sim! Deus cumpriu em Cristo Jesus a promessa de salvação e, por isso, temos nele a segurança que tanto precisamos. Ele é o nosso refúgio, socorro bem presente na tribulação. Deus nunca nos abandona, ele é como uma rocha firme que nos protege. Como é precioso o teu amor, ó Deus!
Os homens encontram
refúgio à sombra das tuas asas.
Mas uma pergunta se faz necessária. Você crê na pessoa de Jesus e o tem como único e suficiente salvador? Quem sabe você se encontra desesperado em queda livre rumo ao abismo e não entendeu que há alguém capaz de socorrê-lo. Pense nisso e responda para você mesmo. E que Deus te abençoe. Pb. Hely
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Acampar é Bom
| Vista do gramado A.B.A. -Acampamento Belo Amanhecer |
13ª Temporada da Família Ferraz
Para quem não conhece o ABA - Acampamento Belo Amanhecer, fica uma importante sugestão: ENCONTRO DE FAMÍLIA. Estamos partindo para a 13ª temporada da Família Ferraz. É um lugar aprazível, onde a natureza dá o toque da suave oportunidade de estar isolado do barulho típico da cidade grande mas perto dos recursos da cidade, caso necessários.
| Reunião para o almoço |
O local dispõe de refeitório mas poucos deixam escapar a oportunidade de se alimentar da forma mais simples possível sob a sombra das árvores. Nada de toques refinados mas tudo dentro da mais completa harmonia com a natureza. Afinal, a gente precisa, de vez em quando, deixar as etiquetas de lado o que faz muito bem. Caso não seja este o seu estilo ou gosto, o local possui um refeitório para 200 pessoas.
| Hora do lazer |
Oportunidades de lazer é o que não falta.
Cada grupo pode elaborar a sua programação de lazer. Vôlei, queimadas, caminhada, trilha na serra, piscina e jogos de salão.
| O churrasco não pode faltar |
O churrasquinho comunitário não pode faltar.
| Palestra no auditório |
Palestras educativas, devocionais e cultos são realizados na capela, num ambiente cristão e saudável.
As palestras atingem público de todas as idades.
Os grupos que vão ali promovem também palestras
para as diferentes faixas etárias.
| Palestra no auditório |
| Saída da Capela - descontração |
Descontração é o que não falta na saída da capela.
O ACAMPAMENTO BELO AMANHECER
está localizado próximo de Goiânia/GO e é um segmento do Presbitério Oeste de Goiânia.
Por aqui passa centenas de jovens e adolescentes todos os anos por ocasião dos feriados prolongados quando então promovem seus congressos e reuniões.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Qual será o seu presente?
O Natal se aproxima! Está às portas!
Luzes, trocas de mensagens, intensa movimentação pelas cidades concentração de pessoas nos shoppings, mercados e avenidas de comércio; brincadeiras de amigo secreto aqui e acolá, promessas de mudança e renovo de relacionamentos, comidas e pratos refinados nas mesas, bebidas em abundância.
Enquanto isso, outros padecem o sofrimento da miséria a ponto de nada terem à mesa.
Sim! É isso o que tem marcado as comemorações de natal pelo mundo afora.
Depois, fogos de artifício preanunciam o novo ano. E assim vai, ano a ano.
Tudo muito bonito, agradável e atraente.
É bom ver as famílias nesse clima de fraternidade próprio da época natalina. Quem sabe pudéssemos viver em intensa e interminável fraternidade todos os dias do ano, sendo mais camaradas, compreensivos, amáveis, desapegados ao dinheiro e mais generosos, hospitaleiros e, acima de tudo, gratos a Deus.
Mas uma coisa, ainda, me preocupa.
Digo, ainda, porque todos os anos a preocupação se repete. Afinal, quem é o aniversariante? Quem deveria receber as homenagens? E os presentes?
Fala-se em natal (natalício) mas o verdadeiro personagem do natal, aquele que deveria ser homenageado continua no anonimato.
Quem sabe, esquecido e do lado de fora da festa.
E numa inversão de valores, quem se apresenta como protagonistas da festa, reivindicadores de toda a atenção e "merecedores" dos presentes e homenagens?
Você já sabe, não é?
Afinal, fomos criados assim. Desde a nossa infância aprendemos reivindicar dos nossos pais, nessa época do ano, os nossos "merecidos" presentes.
Enquanto isso, Ele, o aniversariante, nada recebe. Ele é a razão da festa mas não entra na festa. Outros festejam no lugar Dele como autênticos sub-rogadores das homenagens que só a Ele são devidas.
Ele é a causa santa de tantas comemorações mas sempre fica de fora da festa.
As bebedices, comuns nessa época, embriagam a muitos que sequer dão conta da importância da data. Se a vida, para muitos, se resume nos prazeres terrenos e não na esperança de ressurreição e vida eterna, a conclusão não será outra senão “comamos e bebamos, pois amanhã morreremos”.
Outros estão inebriados com os presentes, ostentado-os como se fossem troféus de reconhecimento da amizade e conceito que gozam diante dos amigos. E Jesus? Que conceito Ele goza no seu ciclo de amizades?
Quando reunido com os amigos, na troca de presentes e mensagens, nos festejos, nas viagens de lazer (dos sonhos), qual o nível de consideração você dá a Jesus, o verdadeiro personagem da festa? Onde você hospedaria Cristo? Você o colocaria novamente numa estrebaria ou daria lugar a ele no melhor aposento do hotel que você reservou para essa época do ano?
Penso que é hora de reflexão. Mais uma vez, outra vez e outra vez mais.
Deveríamos nos preocupar em homenagear e presentear o verdadeiro aniversariante, razão do natal. Deveríamos dar a Ele da primícia dos presentes, depois viriam os presentes de amigos e familiares.
Os pastores de Belém, assim o fizeram tão logo souberam da boa notícia. A boa nova de salvação levou os pastores a providenciar, num tempo de difícil locomoção, o que tinham de melhor para, no encontro com o menino, o Salvador prometido, prestar-lhe toda a honra e homenagens merecidas.
"E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra." Mateus 2:11
Talvez o detalhe esteja nisso: merecimento.
Quem sabe Jesus sempre esteve fora da festa, das homenagens e dos presentes porque falta a muitos esse reconhecimento de que Ele merece ser honrado, prestigiado, reverenciado e presenteado.
Mas como você pode presentear Jesus? O que você pretende dar a Jesus como oferta de reconhecimento? Saiba que Ele não precisa de presentes caros adquiridos nas lojas da cidade ou mesmo de valor que excede as suas posses.
Ele quer algo de muito valor, impagável, inestimável que está ao seu alcance. Ele quer o seu coração de presente. Um coração que represente tudo o que é puro, amoroso, cordato, hospitaleiro e sincero acima de tudo. Um coração resultado de uma mente esclarecida na palavra santa das Escrituras, conforme bem concluiu o apóstolo Paulo quando da sua carta aos Filipenses:
"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai." Filipenses 4:8.
Abra, pois, o seu coração para Jesus e presenteie-O.
Coloque Jesus no centro da festa que é dEle mesmo.
Dê um presente para Jesus neste natal.
Dê a Ele o seu coração.
E que Deus possa lhe proporcionar muitas alegrias nesse natal.
sábado, 9 de dezembro de 2017
Temer ou Faraó (breve reflexão do Pastor Karley)
Temer ou Faraó
Êxodo 5:1-13
O momento
que vivemos no Brasil é confuso. Nos últimos dias o governo liberou uma
sequencia de aumentos para a população, no preço da água, energia, gás,
gasolina e outros, o que vêm aumentando a decepção do povo em relação aos
governantes.
Refletindo
nossos dias, procurei entendê-los por meio da Bíblia, através do texto que todos
conhecem. “Moises e Arão, foram até
Faraó, pedir que deixasse o povo de Deus sair livres, porém, Faraó entendeu que
o povo estava muito desocupado e decidiu retirar a palha que lhes dava para
fabricarem os tijolos”. É o que penso que está acontecendo, o governo quer
colocar as reformas para ser votadas, o
povo protesta e, para desviar a atenção do povo das suas reais intenções, ele (o governo) contra ataca, aumentando o
custo de vida, numa forma de governar, sem ser incomodado pelos governados,
mascarando de democracia as suas
atitudes comunistas.
-O que temos a fazer?
Voltemos para o texto. O povo reclamou para
Moisés. Afinal, aumentaram as
dificuldades do trabalho e diminuíram os “insumos” (palha). Esse foi o grande
erro! O povo não confiou em Deus e, ao reclamar para Moisés, aumentou a ira de
Deus. Este é um exemplo para nós hoje: Enquanto estamos procurando culpados
e reclamando, deixamos de orar, de ir a igreja e de ler a bíblia. A solução
para este país não está nos governantes e nem nas murmurações. É hora de
acreditar no poder soberano de Deus, lembrando sempre da ordem: “...tão somente dei a este povo que marche”. Êxodo
14:15.
Rev.
Karley G. França
É pastor
Presbiteriano
Goiânia
- GO
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Fora de pauta: Que democracia é essa?
Democracia pressupõe governo do povo para o povo. Digo pressupõe, porque, a meu ver, muitas democracias instaladas bem próximo de nós, na verdade, são verdadeiras ditaduras travestidas de democracia. Senão vejamos: a) a base do conceito de um Estado democrático é a existência de um governo do povo, cuja eficiência depende da defesa de princípios e direitos; b) tais princípios dizem respeito à igualdade entre as pessoas, a liberdade de expressão e os direitos políticos. Mas o que me chama a atenção é o fato de se tentar sustentar um sistema democrático com um povo despreparado para viver democraticamente. É o caso do Brasil. Vejam que muito se fala em direitos: de igualdade de oportunidades; de expressão; das minorias; de acesso aos serviços públicos; de eleger seus representantes; direitos, direitos e mais direitos. Contudo, pouco se fala em deveres. Aliás, qualquer ato que importe em cobrar de alguém o cumprimento de algum dever, importa em suscitar o velho chavão: "isso é ditadura" ou "isso é radicalismo". Pois bem! Penso que vivemos a pior das ditaduras quando sou obrigado a ficar trancado no interior da minha casa com medo de ser assaltado a qualquer hora; quando sou obrigado a pagar mais de quatro reais por um litro de gasolina para sustentar um monopólio diabólico que visa tão somente explorar o consumidor; quando não posso expressar minha opinião livre sobre temas polêmicos como: ideologia de gênero, aborto, religião e outros temas e, logo, não ser considerado conservador e retrógrado; quando sou obrigado ver a mídia concedendo espaço a toda sorte de pensamentos promíscuos no sentido de disseminar a destruição da família; quando sou obrigado a trabalhar cinco meses no ano somente para pagar impostos. E mais:que democracia é essa?que o cidadão não respeita os direitos do próximo ao furar descaradamente a fila de atendimento;que joga pela janela do carro objetos e descartáveis; que o cidadão conduz seu animal de estimação para fazer suas necessidades sobre a calçada da minha casa; que o silêncio é rompido a qualquer hora do dia ou da noite com músicas no volume acima do limite permitido; que democracia é essa? Sinceramente não creio que estou vivendo em um pais democrático. Não creio que o nosso povo está politizado o suficiente para viver em comunidade. Afinal, politizar é o mesmo que dar consciência política a alguém e isso o nosso povo está longe do ideal.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Como está a sua lanterna?
“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens.
"Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.
E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa.
Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”.
Mateus 5: 13-16
"Certo homem cego era conhecido em sua cidade por andar sempre com uma lanterna acesa em uma das mãos. De um lado para outro, sempre com uma lanterna acesa. De dia ou de noite, a sua lanterna nunca estava apagada. Curioso, certo homem o parou em uma das ruas e o indagou. O senhor é cego, não é? Ao que respondeu: sim, sou cego e nada posso ver. Então qual a razão de o senhor estar sempre com uma lanterna acesa nas mãos, se a noite e o dia para o senhor não tem qualquer diferença? O homem cego imediatamente respondeu: ando sempre com a luz desta lanterna para que as pessoas, orientadas por ela, não tropecem em mim."
O mundo nunca precisou tanto da perene luz que irradia o amor, a compreensão, a tolerância e a amizade entre as pessoas. Vivemos num tempo que prevalece a individualidade e a independência. Laços de amizades são rompidos facilmente, especialmente, quando o interesse material prevalece sobre as mais sublimes virtudes que deveriam nortear as relações interpessoais. Valemos pelo que temos e não pelo que somos. Ninguém está interessado na história de vida do outro pela necessidade de se sobreviver na guerra de competição. O tempo vale dinheiro! Essa é a tônica da conversa. A história do cego nos faz refletir que tipo de pessoa somos nós. Nos faz pensar o porquê 24 horas diárias tem sido insuficientes para a consecução de todo o trabalho que nos propomos realizar a cada dia. Daí, vemos que, na ligeireza do passar do tempo, nos falta um pouco mais de tempo para nos doar às pessoas. Os textos bíblicos, preambularmente citados, nos fazem meditar na urgência de um renovo. É como se a bateria da nossa lanterna estivesse indo à pique. Um recarrego. Nova energia, nessa hora, se torna de fundamental importância para continuar. A luz tem de brilhar diante dos homens, num momento de conturbada convulsão social. Insegurança por todos os lados; violência; impunidade; intolerância nas mínimas coisas; egoismo; individualidade, isolamento midiático das mais variadas modalidades. Tudo isso nos faz refletir sobre a urgência de estar com a luz sempre acesa para que outros não tropecem em nós. Não queremos ser pedras de tropeço nem palmatórias do mundo mas SAL de bom tempero, LUZ de máxima reflexão para que os outros vejam Cristo em nós. O apóstolo Paulo conclama: "Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo". Em outras palavras: " Por toda parte onde andares, leva contigo uma luz, a fim de que não causes tropeço a ninguém". Mas para que isso aconteça somos desafiados ao bom testemunho. Testemunhar é um desafio. Exige ação. Se queremos melhorar o mundo devemos começar por nós num constante testemunho, não permitindo que a luz da nossa lanterna se apague. Não permitamos que alguém tropece em nós. E que Deus tenha misericórdia de nós.
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