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sábado, 9 de dezembro de 2017

Temer ou Faraó (breve reflexão do Pastor Karley)

                                                  


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Temer ou Faraó

Êxodo 5:1-13
            O momento que vivemos no Brasil é confuso. Nos últimos dias o governo liberou uma sequencia de aumentos para a população, no preço da água, energia, gás, gasolina e outros, o que vêm aumentando a decepção do povo em relação aos governantes.

Refletindo nossos dias, procurei entendê-los por meio da Bíblia, através do texto que todos conhecem. “Moises e Arão, foram até Faraó, pedir que deixasse o povo de Deus sair livres, porém, Faraó entendeu que o povo estava muito desocupado e decidiu retirar a palha que lhes dava para fabricarem os tijolos”. É o que penso que está acontecendo, o governo quer colocar as reformas para ser votadas,  o povo protesta e, para desviar a atenção do povo das suas reais intenções, ele (o governo) contra ataca, aumentando o custo de vida, numa forma de governar, sem ser incomodado pelos governados, mascarando de democracia  as suas atitudes comunistas.

        -O que temos a fazer?

 Voltemos para o texto. O povo reclamou para Moisés. Afinal,  aumentaram as dificuldades do trabalho e diminuíram os “insumos” (palha). Esse foi o grande erro! O povo não confiou em Deus e, ao reclamar para Moisés, aumentou a ira de Deus. Este é um exemplo para nós hoje: Enquanto estamos procurando culpados e reclamando, deixamos de orar, de ir a igreja e de ler a bíblia. A solução para este país não está nos governantes e nem nas murmurações. É hora de acreditar no poder soberano de Deus, lembrando sempre da ordem:  “...tão somente dei a  este povo que marche”.  Êxodo  14:15.


Rev. Karley G. França
É pastor Presbiteriano

Goiânia - GO

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Fora de pauta: Que democracia é essa?


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Democracia pressupõe governo do povo para o povo. Digo pressupõe, porque, a meu ver, muitas democracias instaladas bem próximo de nós, na verdade, são verdadeiras ditaduras travestidas de democracia. Senão vejamos: a) a base do conceito de um Estado democrático é a existência de um governo do povo, cuja eficiência depende da defesa de princípios e direitos; b) tais princípios dizem respeito à igualdade entre as pessoas, a liberdade de expressão e os direitos políticos. Mas o que me chama a atenção é o fato de se tentar sustentar um sistema democrático com um povo despreparado para viver democraticamente. É o caso do Brasil. Vejam que muito se fala em direitos: de igualdade de oportunidades; de expressão; das minorias; de acesso aos serviços públicos; de eleger seus representantes; direitos, direitos e mais direitos. Contudo, pouco se fala em deveres. Aliás, qualquer ato que importe em cobrar de alguém o cumprimento de algum dever, importa em suscitar o velho chavão: "isso é ditadura" ou "isso é radicalismo". Pois bem! Penso que vivemos a pior das ditaduras quando sou obrigado a ficar trancado no interior da minha casa com medo de ser assaltado a qualquer hora; quando sou obrigado a pagar mais de quatro reais por um litro de gasolina para sustentar um monopólio diabólico que visa tão somente explorar o consumidor; quando não posso expressar minha opinião livre sobre temas polêmicos como: ideologia de gênero, aborto, religião e outros temas e, logo, não ser considerado conservador e retrógrado; quando sou obrigado ver a mídia concedendo espaço a toda sorte de pensamentos promíscuos no sentido de disseminar a destruição da família; quando sou obrigado a trabalhar cinco meses no ano somente para pagar impostos. E mais:que democracia é essa?que o cidadão não respeita os direitos do próximo ao furar descaradamente a fila de atendimento;que joga pela janela do carro objetos e descartáveis; que o cidadão conduz seu animal de estimação para fazer suas necessidades sobre a calçada da minha casa; que o silêncio é rompido a qualquer hora do dia ou da noite com músicas no volume acima do limite permitido; que democracia é essa? Sinceramente não creio que estou vivendo em um pais democrático. Não creio que o nosso povo está politizado o suficiente para viver em comunidade. Afinal, politizar é o mesmo que dar consciência política a alguém e isso o nosso povo está longe do ideal.   



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Como está a sua lanterna?


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“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens.

"Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.
E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa.
Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”.
Mateus 5: 13-16


"Certo homem cego era conhecido em sua cidade por andar sempre com uma lanterna acesa em uma das mãos. De um lado para outro, sempre com uma lanterna acesa. De dia ou de noite, a sua lanterna nunca estava apagada. Curioso, certo homem o parou em uma das ruas e o indagou. O senhor é cego, não é? Ao que respondeu: sim, sou cego e nada posso ver. Então qual a razão de o senhor estar sempre com uma lanterna acesa nas mãos, se a noite e o dia para o senhor não tem qualquer diferença? O homem cego imediatamente respondeu: ando sempre com a luz desta lanterna para que as pessoas, orientadas por ela,  não tropecem em mim." 

O mundo nunca precisou tanto da perene luz que irradia o amor, a compreensão, a tolerância e a amizade entre as pessoas. Vivemos num tempo que prevalece a individualidade e a independência. Laços de amizades são rompidos facilmente, especialmente, quando o interesse material prevalece sobre as mais sublimes virtudes que deveriam nortear as relações interpessoais. Valemos pelo que temos e não pelo que somos. Ninguém está interessado na história de vida do outro pela necessidade de se sobreviver na guerra de competição. O tempo vale dinheiro! Essa é a tônica da conversa. A história do cego nos faz refletir que tipo de pessoa somos nós. Nos faz pensar o porquê 24 horas diárias tem sido insuficientes para a consecução de todo o trabalho que nos propomos realizar a cada dia. Daí, vemos que, na ligeireza do passar do tempo, nos falta um pouco mais de tempo para nos doar às pessoas.  Os textos bíblicos, preambularmente citados, nos fazem meditar na urgência de um renovo. É como se a bateria da nossa lanterna estivesse indo à pique. Um recarrego. Nova energia, nessa hora, se torna de fundamental importância para continuar. A luz tem de brilhar diante dos homens, num momento de conturbada convulsão social. Insegurança por todos os lados; violência; impunidade; intolerância nas mínimas coisas; egoismo; individualidade, isolamento midiático das mais variadas modalidades. Tudo isso nos faz refletir sobre a urgência de estar com a luz sempre acesa para que outros não tropecem em nós. Não queremos ser pedras de tropeço nem palmatórias do mundo mas SAL de bom tempero, LUZ de máxima reflexão para que os outros vejam Cristo em nós. O apóstolo Paulo conclama: "Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo". Em outras palavras: " Por toda parte onde andares, leva contigo uma luz, a fim de que não causes tropeço a ninguém". Mas para que isso aconteça somos desafiados ao bom testemunho. Testemunhar é um desafio. Exige ação. Se queremos melhorar o mundo devemos começar por nós num constante testemunho, não permitindo que a luz da nossa lanterna se apague. Não permitamos que alguém tropece em nós. E que Deus tenha misericórdia de nós.

domingo, 23 de julho de 2017

Uma terra restaurada

A Terra será restaurada


Resultado de imagem para imagem da natureza belaUm tema de alta relevância que tem sido destaque nos fóruns de discussão ou assembleias é o conservacionismo  focado no meio ambiente. De fato, a proposta dos ambientalistas está mais do que em "voga, chegando a constituir-se num estilo de vida para aqueles que estão diretamente ligados ao tema. E o cerne da proposta é: preservação do meio ambiente, dos recursos naturais e das plantas. Os ecologistas, sobremaneira preocupados com as questões ambientais, estão sempre a nos alertar da necessidade de se utilizar corretamente os elementos da natureza, de  manter-se o equilíbrio através da aprendizagem e interação com o meio ambiente. Tudo isso, podemos afirmar: visa a promoção da prosperidade da humanidade.Tudo isso parece novo e, de fato, é novo para muitas pessoas. Mas a preocupação com o meio ambiente, com o belo e com o perfeito, é antigo. Deus já se preocupou com isso. E a prova de que Deus já se preocupou com as questões ambientais está nos registros Bíblicos, senão vejamos: 

"No princípio criou Deus os céus e a terra".(Gn 1:1)  

 "E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que deem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, deem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra.
 E assim foi."(Gn 1:11)
   
" A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies.
 E viu Deus que isso era bom".(Gn 1:12)
o destaque é nosso   

Pois bem! No soberano conceito de Deus a sua obra estava perfeita, eis que tudo era bom. E, assim,


"Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento".(Gn 1:29)
   
"E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento.
 E assim foi".(Gn 1:30)
   
 "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. 
E foi a tarde e a manhã, o dia sexto". (Gn 1:31)

Concluída toda a obra da criação, viu Deus que tudo era muito bom. Depois, outorgou domínio ao homem sobre a obra da criação.




 "Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; 
e pôs ali o homem que tinha formado".(Gn 2:8)

"Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden 
para o lavrar e guardar".(Gn 2:15)

Vê-se, pois, que ao homem foi dado o direito de desfrutar de tudo quanto fizera parte da criação de Deus, no entanto, exigiu-se-lhe do homem a responsabilidade de cuidar e guardar.

Acontece que, com a entrada do pecado no mundo, a mente e o coração do homem foram terrivelmente corrompidos, de forma que, agora, obstinado à desobediência e à prática do mal, passou a viver segundo suas próprias inclinações. O resultado todos nós já conhecemos: ao longo da história o que era belo, harmônico e perfeito, passou a sofrer transformações pela ação do homem. E, não faz muito tempo, experimentamos no Brasil um terrível desastre ecológico na região de Minas Gerais. Na verdade, uma tragédia que devastou as margens do Rio Doce e contaminou suas águas, com severas consequências e prejuízos ecológicos incalculáveis. É a ação do homem.

Mas até quando estaremos sujeitos a esse tipo de desordem natural vendo a ganância das grandes empresas sobrepor o interesse da sociedade com consequências desastrosas como essa e outras mais? Creio firmemente que só veremos restabelecida a ordem natural das coisas, com equilíbrio e respeito à natureza, ao belo, ao que Deus criou e entregou ao homem, com a restauração proveniente do próprio Criador de todas as coisas.

Esse momento escatológico virá para o bem de todos quantos amam e esperam a vinda do Senhor Jesus.

O novo céu e nova terra é uma promessa ensinada nas Escrituras. 

Desde o Antigo Testamento até o Novo Testamento esta doutrina se faz presente nas Escrituras Sagradas. Ocorrerá, sim, uma renovação cf. citado em Apocalipse 21:1 

"Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira 
terra passaram, e o mar já não existe" (Ap 21:1).

E há uma grande expectativa cf. registro do Apóstolo Paulo:  

“a natureza criada aguarda, com grande expectativa,
 que os filhos de Deus sejam revelados” (Rm 8:19). 

Isso quer dizer que toda a criação será

"libertada da escravidão da decadência em que se 
encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus." (Rm 8:21) . 

A criação será libertada dos efeitos do pecado. 

Aí, sim, tudo estará renovado. 

Que bênção poder crer nisso! Olhando para a verdade bíblica e para a esperança que ela me dá, de um dia ver tudo restaurado, outra vocação não tenho, senão, filiar-me à corrente de todos aqueles que podem ser chamados "conservacionistas". É meu dever preservar, dentro das minhas possibilidades, o meio ambiente e os recursos naturais. É meu dever olhar com olhar de simpatia, mas também de misericórdia, todos os viventes criados por Deus, sejam eles da espécie humana ou não. De maneira similar, posso estar vocacionado e filiado à corrente do conservadorismo, haja vista que, a atitude conservadora é mantida por um conjunto de sentimentos e, por isso, o conservacionista é também um conservador. E você? De que lado está?








quinta-feira, 20 de julho de 2017

Ortodoxo ou Liberal ?


É de extrema urgência a mudança de mente e de comportamento de muitos chamados "cristãos". 
Na verdade, libertação é o termo melhor empregado para definir a necessidade de todos aqueles que defendem a teologia liberal. 
Mas o que defendem os liberais a ponto de necessitarem de uma libertação? 
    Vejamos: o liberal é extremamente apegado à ciência, às artes e aos estudos contemporâneos, e, desse modo, tem o seu comportamento e modo de pensar guiados pela razão, pilar suporte da sua "verdade". 
    A verdade, para o liberal, não se encontra em uma só fonte, sendo esta relativa, podendo estar nos experimentos científicos, na experiência pessoal ou mesmo no senso interno do indivíduo, de modo que cada um constrói a sua "verdade" de acordo com as experiências próprias. 
    Em suma, não existe verdade absoluta. Daí, a sua inclinação ao ecumenismo. A Bíblia, para o liberal, não é absoluta. Ela apenas registra fatos e experiências cujos ensinos são válidos se confirmados pela ciência e não contrariarem o seu modo de viver e conviver. 
    O liberalismo está mais presente do que se pensa, traduzido nas idéias esposadas por líderes religiosos de grande influência e também através da vasta literatura colocada às mãos dos incautos e tendenciosos a esse tipo de teologia. 
    A Igreja Cristã tem sido bombardeada por esses ensinos de modo a revelar que é urgente uma tomada de posição firme na vigilância e conservação da sã doutrina. 
    Nesse rumo, observar de forma mais frequente os ensinos das Sagradas Escrituras, através da sua leitura e estudo sistemático, é tarefa de todo cristão que não pretende se ver influenciado pelo liberalismo que tanto tem afligido a presente geração de cristãos. 
    Mas o que fazer, então? 
Creio que precisamos defender, veementemente, a ortodoxia cristã a partir de alguns pressupostos, a saber: 
        1. Sendo fiéis à Bíblia, tendo-a como inerrante, infalível e inspirada; 
        2. Deixando de lado a aceitação da "verdade" relativa para atribuir à Bíblia absolutismo. De fato a Bíblia é a verdade absoluta, sempre e em todo lugar. Ela supera culturas, tradições e estilos de vida. O nosso estilo de vida deve estar amoldado ao ensino da palavra de Deus; 
         3. Defendendo as verdades fundamentais da Fé Cristã:  Doutrina do Deus-Trino, Encarnação do Verbo, Nascimento Virginal de Jesus, Expiação, Ressurreição, Ascensão e Segunda Vinda de Cristo, Regeneração, Juízo Final, Vida Eterna e Morte Eterna. 

E o pecado? 

        Deixei por último para frisar que este ensino tem sido considerado "careta" para muitos e, lamentavelmente, entre muitos dos cristãos falar de pecado é coisa já ultrapassada. 
Pois bem! 
        Se partirmos para a definição do que é pecado à luz das Escrituras Sagradas podemos afirmar que o pecado existe e está mais presente na vida das pessoas como nunca. 
            Jamais se viu tanto desvio de rumo, desvio do que é reto e tanta rebeldia contra o que é Santo como nos dias de hoje. 
            O secularismo e o liberalismo têm sido a tônica do "modus vivendi" da sociedade e isso tem influenciado até mesmo os eleitos de Deus. 
        Concluo com a seguinte pergunta:     De que lado você está? do Liberalismo ou do Cristianismo Ortodoxo? 
E que Deus tenha misericórdia de nós.












domingo, 16 de julho de 2017

Morte e Ressurreição

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Meus queridos internautas gostaria de tratar de um tema, mesmo que de forma superficial, para que nos alertemos quanto às coisas que virão acontecer, sobremodo nos últimos dias. 
Me preocupa muito o fato de estarmos vivendo como se a vida se resumisse às atividades e tarefas cotidianas, voltadas para as necessidades do presente século, sem, contudo, observar o futuro na perspectiva de Deus. 
Em suma: o interesse pelo bem material tem obscurecido as mentes e endurecido os corações a tal ponto de não se vislumbrar ou mesmo se preocupar com o espiritual. 
Pouco se tem anunciado que Jesus voltará e que a sua volta está próxima. 
Pouco se tem falado  que mesmo que Jesus não volte hoje ou amanhã, a morte é certa para nós. 
A morte é o marco da nossa condição: ou estaremos salvos para estar com Cristo na eternidade ou estaremos 
perdidos para estarmos eternamente separados de Deus. 
Isso quer dizer que não haverá uma segunda chance ou repescagem. O tempo é hoje.


"Portanto, como diz o Espírito Santo: 
Se ouvirdes hoje a sua voz,

não endureçais os vossos corações, 
como na provocação, no dia da tentação no deserto".


Feitas essas considerações iniciais vejamos o que a Bíblia nos ensina a respeito da morte e ressurreição dos corpos. 
Haverá morte mas haverá, também, ressurreição. 
E o que significa a morte? 
Considere primeiramente que o mundo, 
com a entrada do pecado, está decaído. 
E a morte é um dos aspectos inerentes ao mundo decaído. 
A morte vai ser vencida.
Daí o Apóstolo Paulo na sua primeira Carta aos Coríntios preconizar: 

"Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai,
 e quando houver aniquilado todo o império, 
e toda a potestade e força.
Porque convém que reine até que haja 
posto a todos os inimigos debaixo de seus pés.
O último inimigo a ser destruído é a morte."

Isto quer dizer que no retorno de Cristo se cumprirá 
a palavra que está escrita: 

 “A morte foi destruída pela vitória”. 
“Onde está, ó morte, a sua vitória?
 Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” 
(lCo 15.54,55).


Enquanto isso não se cumprir a morte permanecerá como uma realidade a ser experimentada por todos, a menos que 
Cristo volte antes e nos encontre vivos, quando, então, seremos transformados. 


 A realidade da morte, porém, não deverá nos assustar, 
sendo esta a cessação temporária da vida corporal. 
Principalmente os que confiam na promessa 
de salvação eterna em Cristo Jesus não precisam viver atemorizados com a realidade da morte. 
Ao contrário, o exemplo de confiança demonstrado pelo apóstolo Paulo deve ser a mesma confiança nossa:

“Temos, pois, confiança e preferimos estar 
ausentes do corpo e habitar com o Senhor” 
(2Co 5.8).

Vejam que Paulo expressa um desejo que deve, 
também, ser o nosso:

 "partir e estar com Cristo, 
o que é muito melhor." 
(Filipenses 1:23)

Quanto à ressurreição, temos o ensino que o corpo não ficará dormindo e encerrado na sepultura definitivamente. 
Quando Cristo voltar o corpo será ressuscitado 
dentre os mortos e os crentes viverão com Ele eternamente. 
Haverá, sim, um corpo transformado, 
incorruptível e glorificado.
Haverá a redenção completa do homem e isso inclui o seu corpo. 
A aplicação da obra redentora de Cristo a nós 
se dará de maneira completa e cabal, aperfeiçoando o nosso corpo de modo que o mesmo esteja liberto dos males decorrentes da queda (pecado).
E isso se dará quando da volta do Senhor Jesus.
Por isso o apóstolo Paulo diz que no tempo 
presente esperamos 

"a redenção do nosso corpo pois 
nessa esperança fomos salvos". 
(Rm 8:23,24)

Portanto, a transformação dos corpos dos que estiverem vivos e a ressurreição dos que estiverem mortos por ocasião da vinda do Senhor Jesus, são os aspectos finais da aplicação da redenção a que podemos chamar de glorificação.

"E aos que predestinou, também 
chamou; aos que chamou, também 
justificou; aos que justificou, 
também glorificou". 
(Rm 8:30).

Diante dos ensinos claros e diretos das Escrituras Sagradas, cabe-nos indagar a você:
Qual é a sua convicção a respeito deste tema? 
Como você encara a realidade da morte? 
Você tem esperança de vida eterna? 
Você se preocupa ou se preocupou alguma vez com isso?

O tempo é oportuno: PARE & PENSE!

E que Deus tenha misericórdia de todos nós!





quinta-feira, 13 de julho de 2017

Para refletir - profecia de Sofonias


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"Nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia da indignação do Senhor; mas pelo fogo do seu zelo será devorada toda a terra; porque certamente fará de todos os moradores da terra uma destruição total e apressada." Sofonias 1:18


Palavra do Senhor veio a Sofonias, tendo este pregado em Judá nas últimas décadas antes que os babilônios a levassem à queda, isso, por volta  de 640 até 609 a.C.
Sofonias trouxe uma mensagem objetiva e dura, com linguagem de tom de castigo final e universal. contudo, haveria uma restauração dos sobreviventes.  
Meditando sobre o versículo acima, impressionei-me com a atualidade da sua mensagem. Isso porque a mesma mensagem é dirigida à nossa geração de homens corruptos, insensatos e duros de coração. Idólatras, mentirosos e facciosos que fazem do bem material o seu ídolo, seu "deus". 
Haverá um dia em que a ira de Deus sobrevirá a todos estes que assim procedem pelo que deixam de lado as coisas espirituais, preciosas e eternas para amarem as coisas corruptíveis e passageiras deste século.  
Porém, seus bens, riquezas e "poder", não poderão livrá-los do grande e terrível dia que lhes será pesada a mão do Senhor. 
Uma esperança, contudo, se vislumbra da profecia de Sofonias. Uma restauração daqueles sobreviventes daquele grande dia. 
Sim, haverá misericórdia para com aqueles que amam o verdadeiro Deus: 
os que se colocam ao lado do Senhor afastando-se do grande número daqueles duros e insensatos de coração. 
A questão é: de que lado estamos? 
E que Deus tenha misericórdia de nós. Pense e reflita.